Até quando vamos premiar líderes que entregam resultados, mas não conseguem manter as equipes?
- Cibele Nardi

- há 3 dias
- 1 min de leitura

Liderar não é apenas entregar resultados — é conseguir que as pessoas queiram continuar entregando com você.
Em muitas empresas, ainda prevalece a velha lógica do “o importante é entregar”. Gestores autoritários, agressivos, que tratam mal as pessoas, mas batem metas, continuam sendo promovidos — ou, no mínimo, tolerados.
O raciocínio parece simples (e perigoso):“É difícil achar quem entregue como ele(a).”“O time reclama, mas o resultado vem.”
Mas a que custo?
🔸 Rotatividade alta
🔸 Burnout e adoecimento emocional
🔸 Clima de insegurança e presenteísmo
🔸 Fuga de talentos
Esses são sinais claros de que algo está errado. Porque não adianta ter ótimos indicadores de desempenho se, no processo, o ambiente adoece e as pessoas vão embora.
Um gestor que não consegue manter a equipe não é sustentável — nem estratégico.
💡 Como mudar essa cultura?
Comece por expandir o conceito de resultado: incluir engajamento, retenção e clima organizacional como métricas de liderança. E, principalmente, parar de normalizar comportamentos tóxicos em nome da performance.
É possível — e necessário — cobrar resultados com gentileza, reconhecendo e valorizando quem lidera com respeito, consistência e humanidade.
Porque resultado bom de verdade é aquele que vem com as pessoas — e não apesar delas.
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